Contador de visitas
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Colégio FAC comemora festa de colação de grau
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Colégio FAC inaugura Parque de Diversão.
Colégio FAC promove manhã de lazer.
Colégio FAC. Comemora aniversário.
sábado, 8 de novembro de 2008
Colégio FAC recebe Premiação no Parque Aquático Torre do Sol.
- 1º Lugar em: Ensino Fundamental, com 45% dos pesquisados.
- 1º Lugar em: Ensino Médio, com 40% dos pesquisados.
- 1º Lugar em: Técnico em Enfermagem, com 75% dos pesquisados.
- 1º Lugar em: Casa de Shows com 45% dos pesquisados.
O Corpo Docente, Discente e Administrativo do Colégio FAC agradecem a todos que nos escolheram como o melhor e desejam um feliz natal e um ano novo cheio de paz, felicidade e prosperidade.
Colégio FAC "onde tem esta marca, tem o melhor ensino"
A Coordenação
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Colégio FAC comemora dia dos Professores
Colégio FAC realiza semana da criança
Colégio FAC realiza campanha contra Hanseníase
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Colégio FAC Comemora dia do Folclore
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Colégio FAC realiza noitada junina
Mais uma vez parabens ao Colégio Francisco Almeida Carneiro.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Resultado do 2º SIMULADO FAC 2008
- Suzane Gomes dos Santos - 19
- Darlyene Viana Cavalcante - 18
- Keyssyanne Nathália Vale Soeiro - 17
- Daniel Nelson Guse - 17
- Patricia de Normandes Valadares - 17
- Úrsula de Oliveira Ximenes - 16
- Antonia Silva - 16
- Delziane Sousa de Melo - 15
- Katianne Christinna Aguiar Carvalho - 15
- Marcos Almeida de Moraes - 15
- Luciana Silva Lima - 14
- Tharllys Kelvys Lima Sousa - 14
- Juliana da Conceição dos Santos - 14
- Vandson Oliveira dos Santos - 14
- Ellen Estevam Sousa Silva - 14
- Wéllyta Andressa S. Mesquita - 13
- Luciana Soares Alves - 13
- Leandro Farias Lima - 13
- Márcio Vennan de Sousa Galeno - 13
- Hildaelson Vasconcelos da Silva - 13
27/06/2008
Vanderleia Costa de Oliveira
José Faria da Costa
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Colégio FAC realiza 2º SIMULADO de 2008
GABARITO OFICIAL DO 2º SIMULADO 2008
- GABARITO OFICIAL
01 C
02 A
03 B
04 E
05 E
06 C
07 B
08 D
09 A
10 C
11 C
12 C
13 A
14 D
15 C
16 C
17 E
18 D
19 A
20 E
21 A
22 A
23 A
24 C
25 A
26 B
27 D
28 C
29 C
30 D
31 A
32 B
33 C
34 B
35 C
36 D
37 A
38 E
39 B
40 E
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Colégio FAC realiza Seminário sobre doenças Parasitárias e Zoonoses
O referido Seminário foi com o 1º, 2º e 3º Médio do Turno Matutino sobre orientação e Coordenação do Professor de Biologia Jorge Tadeu Ferreira Fadul.
A Diretoria do Colégio FAC parabeniza o Professor Jorge e todos os alunos do Ensino Médio Matutino.
Colégio FAC, "onde tem esta marca, tem o melhor ensino".
terça-feira, 20 de maio de 2008
O 9º Ano do Colégio FAC realiza viagem



sexta-feira, 2 de maio de 2008
Família Almeida e Carneiro se reunem...


terça-feira, 29 de abril de 2008
Resultado do 1º Simulado FAC - 2008
ORDEM NOME PONTUAÇÃO
01 JAKELINE ALMEIDA CARNEIRO 21
02 ANTONIA SILVA LIMA 19
03 ALBERSON GOMES DE CASTRO 18
03 ARIANA NAIARA DE SOUSA ALMEIDA 18
04 LUCIANA SOARES ALVES 17
05 DARLYENE VIANA CAVALCANTE 16
05 HILDAELSON VASCONCELOS DA SILVA 16
05 PATRÍCIA DE NORMANDES VALADARES 16
05 VANDSON OLIVEIRA DOS SANTOS 16
06 ANDRELINA BENTO DA SILVA 15
06 CIRLIANE DOS SANTOS ARAÚJO 15
06 ELAINE DA SILVA PEREIRA 15
06 FRANCYNARA FERREIRA CARDEAL 15
06 GLEICY DE AGUIAR SANTOS 15
06 JUARILSON SIMÕES SOUSA 15
06 ÚRSULA DE OLIVEIRA XIMENES 15
07 GILBERVANE CARVALHO DA CRUZ 14
07 WANDERSON KLEBERSON DE CARVALHO VIEIRA 14
08 DELIZANE CARDOSO GOMES 13
08 FRANCILINE Da CONCEIÇÃO RODRIGUES 13
08 KATIANNE CHRISTINNA AGUIAR CARVALHO 13
08 MARGARE ESPINDOLA BATISTA 13
09 ALLINE RAISSA OLIVEIRA DE SOUSA 12
09 CAMILA PONTES OLIVEIRA 12
09 ECIANE DA SILVA RAMOS 12
10 ALINE DOS REIS DA SILVA 11
10 AINE GUIMARÃES CAMPOS 11
10 KEYSSYANNE NATHÁLIA VALE SOEIRO 11
11 LILIANE DA SILVA REIS 10
11 MAGDA BORGES DO NASCIMENTO 10
11 MARCOS ALMEIDA DE MORAIS 10
12 RAIMUNDA NONATA DO NASCIMENTO DIAS 09
13 EDUARDO DE ARAÚJO PONTES 08
14 NATÃNHA ALVES DA SILVA 07
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Concluída a Inspeção
- O prédio de porte elegante, com uma excelente estrutura física, possui condições satisfatória para o funcionamento dos Cursos oferecidos pelo estabelecimento de ensino, destacando a higiene e limpeza em todas as suas dependências.
- A escrituração escolar encontra-se atualizada e organizada, sendo guardada em local seguro e de fácil acesso, não suscitando dúvidas quanto a sua autenticidade.
- O quadro técnico - administrativo - pedagógico e docente vem desenvolvendo suas atividades com compromisso e responsabilidade, visando favorecer a inserção do aluno junto ao mercado de trabalho, estimulando a valorização desse profissional no contexto social.
Parabenizamos a direção do Colégio Francisco Almeida Carneiro, pelo relevante trabalho educacional que vem desenvolvendo junto a comunidade de Chapadinha.
Diante do exposto acima, somos de parecer favorável ao pleito, solicitado através do Processo nº 402/07 CEE.
Chapadinha, 25 de abril de 2008.
Maria de Jesus Teixeira de Carvalho
Inspetora
GABARITO OFICIAL 1º SIMULADO FAC 2008
GABARITO
- A
- D
- D
- D
- E
- D
- B
- B
- A
- NULA
- B
- D
- B
- C
- E
- C
- C
- B
- B
- A
- C
- B
- D
- B
- A
- A
- A
- D
- C
- B
- D
- B
- C
- A
- B
- C
- D
- D
- E
- D
Colégio FAC realiza Simuladão.
sábado, 26 de abril de 2008
Colégio FAC Recebe Inspetores.
Colégio FAC Festeja Aniversariantes do Bimestre.
Colégio FAC Investe em Esporte.
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Colégio FAC se prepara para aplicar o 1º Simulado de 2008.
terça-feira, 15 de abril de 2008
EU SOU!
Colégio FAC realiza trabalho sobre AIDS, CATAPORA, GASTROENTERITE e BRUCELOSE
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Colégio FAC realiza prova de Enfermagem Obstétrícia
Colégio FAC: "onde tem esta marca, tem o melhor ensino".
sábado, 12 de abril de 2008
Colégio FAC comemora Aniversário da Aluna Mª Eduarda
quinta-feira, 20 de março de 2008
Colégio FAC comemora 37 anos de fundação
terça-feira, 18 de março de 2008
UFMA Realiza aula inaugural no Auditório do Colégio FAC
Rayssa Martins
terça-feira, 11 de março de 2008
Colégio FAC encerra mais um módulo do Curso Técnico em Enfermagem
Colégio FAC comemora dia Internacional da mulher
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Direito de estar na escola
É importante situar que o acesso e a permanência do aluno na escola configuram como condição preliminar á tão debatida questão da inclusão na escola. Nesse sentido, antes mesmo de aprofundar o debate do modo como devem ser respeitadas as diversidades sociais, culturais, étnicas e de gênero dos alunos, é preciso assegurar que estes estejam efetivamente inseridos no cenário educativo e de cidadania que a escola constitui.
Em segundo lugar, é preciso lembrar que estar na escola é direito assegurado a toda criança e adolescente em idade escolar, normatizado pela Lei 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, o acesso à escola e a sua permanência na mesma são, ao mesmo tempo, uma questão de cidadania e legalidade, indiscutivelmente imprescindíveis à ampla formação social das nossas crianças e adolescentes e do futuro que representam.
Se a realidade da inclusão na escola é complexa, ilude-se quem pensa que a dimensão freqüência é menos prenhe de complexidades. Tome-se o caso de uma família, cujos pais deixam seus filhos na frente da escola e seguem tranqüilos para seu dia de trabalho. Nós sabemos que essa situação não é a mais comum, mas ocorre. A realidade tem mostrado que muitos alunos, não apenas de escolas públicas, vale esclarecer, são oriundos de famílias desagregadas ou rearranjadas e têm pelo menos uma das seguintes características:
1. são filhos de pais separados, residindo no domicilio do pai ou da mãe e, não raro, em meio à nova união familiar então constituída;
2. vivem com a mãe, a qual não só responde pelo filho como, no geral, representa sua única referência familiar;
3. têm um ou mais irmãos, entre os quais os de mais idade compartilham ou assumem a responsabilidade do cuidado dos irmãos menores, em cujo cotidiano está o de levar e buscar o irmão na porta da escola;
4. são crianças e adolescentes que trabalham, ou seja, entraram precocemente no mundo adultocênctrico, expostos a obrigações, comportamentos e prioridades abusivas em relação a sua fase de desenvolvimento.
No retrato desse quadro social, muitos pais deixam seus filhos aos cuidados de sues irmãos ou deles próprios para gerirem sua idade e retorno da escola, nem sempre podendo acompanha-lós até a porta de sua classe, no preciso horário de início de sua aula.
Tenho em vista essa realidade, quem poderia estar junto dos alunos e verificar se efetivamente estão na escola? Não há outra pessoa que conviva diariamente e mais próximo esteja do aluno em sua vida escolar que o professor – esta é a indubitável resposta.
É preciso que a escola aceite e assuma sua participação no acompanhamento da freqüência dos alunos, adicionando essa cultura no seu cotidiano de trabalho. Algumas escolas têm sido exemplares nesse exercício, que envolve contato com familiares por meio de bilhetes enviados por portadores, por exemplo, pais de alunos vizinhos, e realização de visitas domiciliares aos alunos ausentes. Nestas, a relação da direção e professores com o Conselho Tutelar e pais ou responsáveis é balizada por acordos e compromissos recíprocos e complementares, marcando o decisivo papel de cada um na preservação do direito infanto-juvenil à educação.
Da parte da escola, compete inicialmente informar aos pais ou responsáveis situações individuais de alunos que se encontram ausentes há no mínimo cinco dias sucessivos ou que têm postura reincidente nessa sua falta. Note-se que essa informação, de conteúdo diagnóstico, serve tanto ao Conselho Tutelar como aos pais (ou responsáveis) para desmascarar o envolvimento de crianças e adolescentes em situações relacionadas à exploração de jogos de azar, ao trabalho infantil, à mendicância, às drogas, à prostituição ou mesmo ao crime organizado.
Assim, a FICAI constitui uma ferramenta de denúncia – portanto efetivamente a serviço da cidadania – voltada a explicitar, muitas vezes, à própria família do aluno, episódio de negligência e abusos que acometem nossos escolares. Mas, ainda que o preenchimento da FICAI seja central na efetiva inclusão escolar dos alunos, entendemos que não deve ser o fim da linha da participação da escola nessa luta. Com vistas a uma ação preventiva e educativa junto à comunidade acerca da situação de infrequencia escolar, é salutar que sejam planejados encontros mensais com pais, professores e conselheiros tutelares. Nesses espaços, os pais ou responsáveis devem ser orientados a acompanhar seus filhos até a escola; preferencialmente, até a porta da classe e no horário preciso em que a aula inicia.
Essa e outras orientações fazem parte da cartilha Lugar de aluno é na escola: o papel de cada um, destinada aos pais dos escolares da rede pública de ensino. A cartilha esclarece sobre a importância de se cuidar da matrícula e da permanência escolar das crianças e adolescentes, mediante uma comunicação clara e atrativa sobre o papel de cada um (família, comunidade, escola, Conselho Tutelar e Ministério Público) na efetivação desse passo à inclusão à escolar. Além disso, apresenta temas como trabalho infantil, responsabilidade da família e dicas de como cada segmento acima listado pode identificar e abordar, na prática, situações de risco. Mediante esses aportes, a cartilha pretende constituir-se numa ferramenta de apoio à redução da infreqüência escolar, à medida que, além do esclarecimento, potencializa o debate e a renovação de iniciativas escolares em torno da superação do problema. A ficha deve ser solicitada ao gestor municipal ou estadual de educação, de modo que todo professor possa cumprir a parte que lhe toca nesse movimento.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Indisciplina na sala de aula
Para iniciar, é possível definirmos alguns princípios básicos do comportamento humano.
Todo o comportamento é motivado, isto é, um aluno continuará a comporta-se de uma determinada maneira porque o comportamento é efectivo, de algum modo, para ele. As conseqüências (o que acontece imediatamente após a ocorrência dum comportamento) são o que determina a continuidade ou não desse mesmo comportamento.
Se um aluno continua a demonstrar um comportamento específico, então podemos assumir que o ambiente social está reforçando ou mantendo o comportamento. Por exemplo: cada vez que o José atira com o caderno no chão, o educador dá-lhe sua atenção e implora que o apanhe. O comportamento de atirar o caderno ao chão é reforçado imediatamente pela atenção do educador. Nós praticamos aqueles comportamentos que nos ajudam a satisfazer as nossas necessidades físicas, emocionais e sociais.
Para alterar/modificar o comportamento do aluno, o professor deve, antes de mais nada, identificar aquelas condições que estão a reforçar o comportamento. Quando alterar as condições que estão a reforçar o comportamento, então o aluno mudará o comportamento; por exemplo: o facto de o João gritar na sala está a ser reforçado pelos sorrisos e aprovação dos seus colegas. Pede-se às crianças que ignorem o João quando ele manifestar esse comportamento e elogia-se quando ele levantar o braço para responder às perguntas do professor. Mudando as condições que estão a manter o gritar, nesse caso, a aprovação dos colegas, o professor mudará o comportamento do João.
Você, professor, pode ser efectivo em aumentar o comportamento desejável dos alunos e em reduzir o comportamento indesejável dos mesmos pela aplicação dos princípios do comportamento humano esquematizados neste artigo.
Tópicos para um plano de ação
1. Decida quais os comportamentos que deseja ver modificados e descreva cada comportamento em termos observáveis; por exemplo: bater noutras crianças, sair do lugar, estar distraído, etc. escolha um dos três comportamentos para trabalhar neles no início do programa. Faça uma lista dos comportamentos que você quer que os alunos demonstrem, por exemplo: o professor quer que João termine a sua recusa sistemática em fazer os exercícios e que pratique o novo comportamento de completar os exercícios que lhe são dados.
2. Registre o período de tempo, durante o dia escolar, quando o comportamento indesejável ocorre. Tenha o cuidado de observar que condições ocorrem antes do início do comportamento e imediatamente depois da ocorrência do comportamento. Qual tem sido a sua reação usual? Este procedimento dar-lhe-á uma compreensão das condições ambientais que estão reforçando o comportamento indesejável do aluno.
3. Decida que mudanças se podem fazer nas condições ambientais que estão a manter o comportamento. Por outras palavras, que espécie de intervenção sistemática pode sem implementada de modo a encorajar o comportamento indesejável?
AULA INAUGURAL DO COLÉGIO FAC FOI UM SUCESSO
Durante a programação houve Cânticos dos Hinos Nacional, Chapadinhense e do Colégio, vários professores se pronunciaram e teve também uma grande palestra ministrada pelo Diretor Proprietário Raimundo Nonato Santana Carneiro, que se encontrava no momento muito feliz com a participação de todos.
Obrigado: professores, alunos, funcionários enfim todos que fazem o Colégio FAC.
Colégio F.A.C. onde tem esta marca, tem o melhor ensino.
HINO DO COLÉGIO FAC
Música e letra D. Eliza Carneiro Duarte.
I
És a luz que ilumina a nossa trilha.
E a todos leva o bem e a paz.
Nessa terra tua fama brilha.
Nossa gratidão sempre terás.
CORO
Salve! Salve! Salve e avante.
Neste pedaço de Nordeste brasileiro.
Homenageamos nesse instante.
O Colégio Francisco Almeida Carneiro. (2x)
II
Queremos que tenhas sempre êxito.
Nesta Terra de Santa Cruz.
Teu ambiente aspiras alegrias.
E seja sempre abençoado por Jesus.
III
Avante, avante, sempre avante.
Com tuas glórias ficaremos contentes.
Pedimos neste instante.
Abraça e educa essa gente.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Mudanças na Educação
A Constituição Federal de 1988 dispõe que o ensino fundamental é obrigatório para os educandos na idade própria (art. 208, I, com a redação da EC 14 de 1996) e que o Estado tem o dever de oferecer atendimento às crianças de zero a seis anos em creches e pré-escolas, não fixando a idade mínima para a matricula e a duração do ensino fundamental. É a LDB de 1996 que fixa a idade de sete anos para a matricula obrigatória no ensino fundamental, como dever dos pais ou responsáveis (art. 6º) e do poder público – dos Municípios e supletivamente dos Estados e da União (art. 87, § 3º, I), dispondo ser essa matrícula facultativa a partir dos seis anos de idade (art. 87, § 3º, I). Ao mesmo tempo, fixa em oito anos letivos a duração mínima do ensino fundamental (art. 32, caput).
Em decorrência da necessidade de construir condições para a melhoria da qualidade do ensino, nos últimos anos cresceu no País a compreensão da necessidade de ampliar o tempo de permanência dos alunos na escola, por meio do aumento da jornada escolar diária, em direção ao tempo integral, e dos anos letivos de escolaridade obrigatória, de forma a recuperar o ano perdido com a Reforma do Ensino de 1971 (que substituiu o primário de cinco anos e o ginásio de quatro anos pelo 1º grau de oito anos, duração que, como já vimos, foi mantida para o ensino fundamental pela LDB de 1996).
A implantação do FUNDEF no País, a partir de 1998, constituiu-se em estímulo significativo para que os gestores da educação pública, notadamente no âmbito dos Municípios, tomassem a iniciativa da ampliação do ensino fundamental para nove anos, pois, na medida em que os recursos daquele Fundo são redistribuídos entre os governos estaduais e as Prefeituras Municipais, com base na matrícula em suas respectivas redes de ensino fundamental, mais um ano letivo implica mais alunos na construção do coeficiente de redistribuição dos recursos do FUNDEF no interior de cada estado. Em conseqüência da iniciativa de vários entes federados no sentido de adoção de mais um ano letivo no ensino fundamental, com repercussão na coleta de dados do Censo Escolar, o INEP/MEC encaminhou consulta ao Conselho Nacional de Educação que, por meio do parecer Nº20/1998 de sua Câmara de Educação Básica – CEB/CNE, dispõe que Estados e Municípios podem adotar o ensino fundamental com nove anos de duração e matrícula antecipada para crianças com seis anos de idade, obedecidas determinadas condições estabelecidas naquele Parecer.
A sociedade brasileira afirmou sua intenção de ampliar a duração do ensino fundamental no Plano Nacional de Educação – PNE, aprovado pela Lei nº 10.172/2001, que contém meta relativa à ampliação para nove anos do ensino fundamental obrigatório com inicio aos seis anos, à medida que for sendo universalizado o atendimento na faixa etária de sete a quatorze anos de idade. Em 2004, o MEC definiu como uma de suas prioridades a ampliação do ensino fundamental para nove anos e divulgou Orientações Gerais para sua implantação pelos sistemas estaduais e municipais de ensino.
Até 2005, o ensino fundamental de nove anos já fora implantado em vários Municípios brasileiros e na rede estadual dos Estados de Goiás e Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, cerca de 45 municípios já haviam implementado o ensino fundamental de nove anos na rede municipal de ensino, entre eles Balneário Pinhal, Campo Bom, Cruz Alta, Dois Irmãos, Igrejinha, Lajeado, Porto Alegre, Sapiranga, Viamão.
Vários estudos indicam que um ano de escolaridade antes do ensino fundamental – ou seja, a freqüência à pré-escola – tem repercussão positiva no sucesso escolar dos alunos. Segundo o IBGE, 89% das crianças brasileiras de 6 anos já estavam na escola em 2003, na pré-escola ou no ensino fundamental. Em regra, esses 11% fora da escola são de famílias de baixa renda, pois a maioria das crianças das classes média e alta já se encontra incluída nos sistemas de ensino. No Mercosul, a educação primária começa aos 6 anos na Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Com o ensino fundamental de 9 anos aumenta um ano na escolaridade obrigatória no Brasil, que já é de 12 anos no Chile, 10 na Argentina e Uruguai, 9 anos no Paraguai (só na Bolívia é de 8 anos). Esta informação nos permite pensar que o ensino fundamental de 9 anos no Brasil possa contribuir para a inclusão social e a melhoria do desempenho escolar de nossos alunos.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Aniversário do Diretor do Colégio F.A.C.
Para novos caminhos e conquistas,
E é com todo carinho e sinceridade Que nós que fazemos parte do Corpo Administrativo te desejamos.