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quinta-feira, 20 de março de 2008

Colégio FAC comemora 37 anos de fundação

O Corpo administrativo, docente e discente do Colégio Francisco Almeida Carneiro de Chapadinha comemoraram com simplicidade os 37 anos de fundação do referido Colégio.

O Colégio FAC fundado pela Drª. Delsita Santana Carneiro e recebeu este nome em homenagem ao seu genitor.

O Colégio FAC que há 35 anos é dirigido pelo Professor Nonato Carneiro e Professora Meire Carneiro já tem prestado valiosos seviços a comunidade de Chapadinha, Maranhão e Brasil.

Parabéns ao Colégio FAC e toda sua família.

Colégio FAC. onde tem esta marca, tem o melhor ensino.

terça-feira, 18 de março de 2008

UFMA Realiza aula inaugural no Auditório do Colégio FAC


No dia 17 de março de 2008, a Universidade Federal do maranhão polo de Chapadinha, realizou sua aula inaugural do 1º semestre de 2008, no auditório do Colégio Francisco Almeida Carneiro de Chapadinha. Com a participação do Diretor, Professores, Funcionários e Alunos. A aula inaugural teve como tema central: Educação Superior: novos desafios para a formação profissional e o exercício da cidadania. A aula inaugural teve uma equipe organizadora.

Técnicos Administrativos Educacionais da UFMA/ CCAA.
Rayssa Martins
Marília Lopes
Luciana Alves
Carlos Eduardo
Mirelle
Márcia
Gildemar
Cláudio

terça-feira, 11 de março de 2008

Colégio FAC encerra mais um módulo do Curso Técnico em Enfermagem


O Colégio Francisco Almeida Carneiro de Chapadinha encerrou mais um módulo do Curso Técnico em Enfermagem que foi Enfermagem Cirúrgica, ministrado pela Drª Rosana e teve uma durabilidade de 9 sábados e participação de centenas de alunos. Agradecemos a Drª Rosana que por vários sábados consecutivos veio de São Luis para ministrar a referida disciplina.




Colégio FAC. onde tem esta marca, tem o melhor ensino.

Colégio FAC comemora dia Internacional da mulher


O Colégio Francisco Almeida Carneiro de Chapadinha comemorou neste dia 08 de março de 2008, o dia Internacional da Mulher, com festa na Biblioteca da Escola para todas as Professoras, Funcionárias, Secretárias, Recepcionistas, Cantineiras enfim todas que fazem o Corpo Docente e Administrativo do Colégio FAC.

Colégio FAC. onde tem esta marca, tem o melhor ensino.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Direito de estar na escola

É raro o professor que ainda não ouviu falar do assunto ou não foi chamado a investigar a situação dos alunos infrequentes de sua turma ou escola ou a preencher a FICAI – Ficha de Comunicação de Aluno Infrequente. Trabalhando em escolas, como assistente social, tenho observado uma certa dificuldade e também desmobilização dos professores em relação a esse instrumento de apoio à inclusão escolar de crianças e adolescente.

É importante situar que o acesso e a permanência do aluno na escola configuram como condição preliminar á tão debatida questão da inclusão na escola. Nesse sentido, antes mesmo de aprofundar o debate do modo como devem ser respeitadas as diversidades sociais, culturais, étnicas e de gênero dos alunos, é preciso assegurar que estes estejam efetivamente inseridos no cenário educativo e de cidadania que a escola constitui.

Em segundo lugar, é preciso lembrar que estar na escola é direito assegurado a toda criança e adolescente em idade escolar, normatizado pela Lei 8069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente. Assim, o acesso à escola e a sua permanência na mesma são, ao mesmo tempo, uma questão de cidadania e legalidade, indiscutivelmente imprescindíveis à ampla formação social das nossas crianças e adolescentes e do futuro que representam.

Se a realidade da inclusão na escola é complexa, ilude-se quem pensa que a dimensão freqüência é menos prenhe de complexidades. Tome-se o caso de uma família, cujos pais deixam seus filhos na frente da escola e seguem tranqüilos para seu dia de trabalho. Nós sabemos que essa situação não é a mais comum, mas ocorre. A realidade tem mostrado que muitos alunos, não apenas de escolas públicas, vale esclarecer, são oriundos de famílias desagregadas ou rearranjadas e têm pelo menos uma das seguintes características:

1. são filhos de pais separados, residindo no domicilio do pai ou da mãe e, não raro, em meio à nova união familiar então constituída;

2. vivem com a mãe, a qual não só responde pelo filho como, no geral, representa sua única referência familiar;

3. têm um ou mais irmãos, entre os quais os de mais idade compartilham ou assumem a responsabilidade do cuidado dos irmãos menores, em cujo cotidiano está o de levar e buscar o irmão na porta da escola;

4. são crianças e adolescentes que trabalham, ou seja, entraram precocemente no mundo adultocênctrico, expostos a obrigações, comportamentos e prioridades abusivas em relação a sua fase de desenvolvimento.

No retrato desse quadro social, muitos pais deixam seus filhos aos cuidados de sues irmãos ou deles próprios para gerirem sua idade e retorno da escola, nem sempre podendo acompanha-lós até a porta de sua classe, no preciso horário de início de sua aula.

Tenho em vista essa realidade, quem poderia estar junto dos alunos e verificar se efetivamente estão na escola? Não há outra pessoa que conviva diariamente e mais próximo esteja do aluno em sua vida escolar que o professor – esta é a indubitável resposta.

É preciso que a escola aceite e assuma sua participação no acompanhamento da freqüência dos alunos, adicionando essa cultura no seu cotidiano de trabalho. Algumas escolas têm sido exemplares nesse exercício, que envolve contato com familiares por meio de bilhetes enviados por portadores, por exemplo, pais de alunos vizinhos, e realização de visitas domiciliares aos alunos ausentes. Nestas, a relação da direção e professores com o Conselho Tutelar e pais ou responsáveis é balizada por acordos e compromissos recíprocos e complementares, marcando o decisivo papel de cada um na preservação do direito infanto-juvenil à educação.

Da parte da escola, compete inicialmente informar aos pais ou responsáveis situações individuais de alunos que se encontram ausentes há no mínimo cinco dias sucessivos ou que têm postura reincidente nessa sua falta. Note-se que essa informação, de conteúdo diagnóstico, serve tanto ao Conselho Tutelar como aos pais (ou responsáveis) para desmascarar o envolvimento de crianças e adolescentes em situações relacionadas à exploração de jogos de azar, ao trabalho infantil, à mendicância, às drogas, à prostituição ou mesmo ao crime organizado.

Assim, a FICAI constitui uma ferramenta de denúncia – portanto efetivamente a serviço da cidadania – voltada a explicitar, muitas vezes, à própria família do aluno, episódio de negligência e abusos que acometem nossos escolares. Mas, ainda que o preenchimento da FICAI seja central na efetiva inclusão escolar dos alunos, entendemos que não deve ser o fim da linha da participação da escola nessa luta. Com vistas a uma ação preventiva e educativa junto à comunidade acerca da situação de infrequencia escolar, é salutar que sejam planejados encontros mensais com pais, professores e conselheiros tutelares. Nesses espaços, os pais ou responsáveis devem ser orientados a acompanhar seus filhos até a escola; preferencialmente, até a porta da classe e no horário preciso em que a aula inicia.

Essa e outras orientações fazem parte da cartilha Lugar de aluno é na escola: o papel de cada um, destinada aos pais dos escolares da rede pública de ensino. A cartilha esclarece sobre a importância de se cuidar da matrícula e da permanência escolar das crianças e adolescentes, mediante uma comunicação clara e atrativa sobre o papel de cada um (família, comunidade, escola, Conselho Tutelar e Ministério Público) na efetivação desse passo à inclusão à escolar. Além disso, apresenta temas como trabalho infantil, responsabilidade da família e dicas de como cada segmento acima listado pode identificar e abordar, na prática, situações de risco. Mediante esses aportes, a cartilha pretende constituir-se numa ferramenta de apoio à redução da infreqüência escolar, à medida que, além do esclarecimento, potencializa o debate e a renovação de iniciativas escolares em torno da superação do problema. A ficha deve ser solicitada ao gestor municipal ou estadual de educação, de modo que todo professor possa cumprir a parte que lhe toca nesse movimento.
Fonte: Revista do Professor.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Indisciplina na sala de aula

A indisciplina, na sala de aula, é um dos problemas mais graves que a educação está atravessando nos países desenvolvidos. Se não há disciplina não pode haver progresso... É, pois, extremamente importante que os professores orientem os alunos à prática do bom comportamento.
Para iniciar, é possível definirmos alguns princípios básicos do comportamento humano.

Todo o comportamento é motivado, isto é, um aluno continuará a comporta-se de uma determinada maneira porque o comportamento é efectivo, de algum modo, para ele. As conseqüências (o que acontece imediatamente após a ocorrência dum comportamento) são o que determina a continuidade ou não desse mesmo comportamento.
Se um aluno continua a demonstrar um comportamento específico, então podemos assumir que o ambiente social está reforçando ou mantendo o comportamento. Por exemplo: cada vez que o José atira com o caderno no chão, o educador dá-lhe sua atenção e implora que o apanhe. O comportamento de atirar o caderno ao chão é reforçado imediatamente pela atenção do educador. Nós praticamos aqueles comportamentos que nos ajudam a satisfazer as nossas necessidades físicas, emocionais e sociais.
Para alterar/modificar o comportamento do aluno, o professor deve, antes de mais nada, identificar aquelas condições que estão a reforçar o comportamento. Quando alterar as condições que estão a reforçar o comportamento, então o aluno mudará o comportamento; por exemplo: o facto de o João gritar na sala está a ser reforçado pelos sorrisos e aprovação dos seus colegas. Pede-se às crianças que ignorem o João quando ele manifestar esse comportamento e elogia-se quando ele levantar o braço para responder às perguntas do professor. Mudando as condições que estão a manter o gritar, nesse caso, a aprovação dos colegas, o professor mudará o comportamento do João.

Você, professor, pode ser efectivo em aumentar o comportamento desejável dos alunos e em reduzir o comportamento indesejável dos mesmos pela aplicação dos princípios do comportamento humano esquematizados neste artigo.

Tópicos para um plano de ação


1. Decida quais os comportamentos que deseja ver modificados e descreva cada comportamento em termos observáveis; por exemplo: bater noutras crianças, sair do lugar, estar distraído, etc. escolha um dos três comportamentos para trabalhar neles no início do programa. Faça uma lista dos comportamentos que você quer que os alunos demonstrem, por exemplo: o professor quer que João termine a sua recusa sistemática em fazer os exercícios e que pratique o novo comportamento de completar os exercícios que lhe são dados.
2. Registre o período de tempo, durante o dia escolar, quando o comportamento indesejável ocorre. Tenha o cuidado de observar que condições ocorrem antes do início do comportamento e imediatamente depois da ocorrência do comportamento. Qual tem sido a sua reação usual? Este procedimento dar-lhe-á uma compreensão das condições ambientais que estão reforçando o comportamento indesejável do aluno.
3. Decida que mudanças se podem fazer nas condições ambientais que estão a manter o comportamento. Por outras palavras, que espécie de intervenção sistemática pode sem implementada de modo a encorajar o comportamento indesejável?


Fonte Revista do Professor

AULA INAUGURAL DO COLÉGIO FAC FOI UM SUCESSO












Dia 25 de fevereiro de 2008 houve a aula inaugural do Colégio Francisco Almeida Carneiro de Chapadinha, com a participação dos alunos, professores, funcionários e alguns convidados.

Durante a programação houve Cânticos dos Hinos Nacional, Chapadinhense e do Colégio, vários professores se pronunciaram e teve também uma grande palestra ministrada pelo Diretor Proprietário Raimundo Nonato Santana Carneiro, que se encontrava no momento muito feliz com a participação de todos.


O Colégio Francisco Almeida Carneiro que foi fundado no dia 19 de março de 1971, deixou a sua clientela maior, enlouquecida, quando foi ligada a rádiofac tocando várias musicas que mexeu no coração da juventude.

Obrigado: professores, alunos, funcionários enfim todos que fazem o Colégio FAC.
























Colégio F.A.C. onde tem esta marca, tem o melhor ensino.