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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O MAIOR VENDEDOR DE SONHOS DA HISTÓRIA


                                         Pequenos momentos que mudam uma história

Pequenos detalhes mudam uma vida. Um marido deu um beijo na esposa e disse que ela estava linda. Havia tempos não fazia isso. Ele a tinha ferido sem perceber. Seu pequeno gesto reeditou uma janela da memória da esposa onde havia uma mágoa oculta. A alegria voltou. A vida inteira precisamos de graça e gentileza (Platão, 1985).
Um pai elogiou um filho. O elogio partiu do coração do pai e penetrou nos becos da emoção do filho, oxigenando a relação que haviatempos estava desgastada. Um beijo, um elogio, um abraço desferido no golpe de um segundo são capazes de superar uma dor alojada há semanas, meses ou anos.
        Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca farão grandes descobertas. Pequenos momentos mudam grandes rotas. Foi isso que aconteceu há muitos séculos na vida de alguns jovens que moravam na beira da praia de um país explorado e castigado pela fome. Pequenos momentos mudaram a maneira de pensar a existência. O mundo nunca mais foi o mesmo. 

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

OS SEGREDOS DOS QUE MUDARAM A HISTÓRIA

      A maior genialidade não é aquela que vem da carga genética nem a que é produzida pela cultura acadêmica, mas a que é construída nos vales dos medos, no deserto das dificuldades, nos invernos da existência, no mercado dos desafios.
        Muitos sonhadores desenvolveram áreas nobres da sua inteligência, áreas que todos têm condições de desenvolver. Eles atravessaram turbulências quase que insuperáveis . Suportaram pressões que poucos tolerariam. Vivieram dias ansiosos, sentiram-se pequenos diante dos obstáculos.
       Alguns foram chamados de loucos, outros, de tolos. Zombaram de alguns, outros foram discriminados. Tinham todos os motivos para desistir dos seus sonhos e, em certos momentos, até da própria vida. Mas não desistiram. Quais foram os seus segredos?
        Eles fizeram da vida uma aventura. Não foram aprisionados pela rotina. Claro, é impossível escapar da rotina. Em muitos momentos ela é um calmante necessário. Mas esses sonhadores passaram pelo menos 10% do seu tempo criando, iventando, descobrindo.
      Tiveram uma visão panorâmica da existência em templo nublado. Foram empreendedores, estrategistas, persuasivos, amigos do otimismo. foram sociáveis, observadores, analíticos, criticos.
      Fizeram escolhas, traçaram metas e as executaram com paciência. Para o filósofo Kant, " a paciência é amarga, mas seus frutos são doces". A paciência é o diamante da personalidade.
Muitos discorrem sobre ela, poucos são seus amantes. Mas os que a conquistam colherão os mais excelentes frutos.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

COLÉGIO F.A.C. GANHA PRESENTE DE NATAL



      O COLÉGIO FRANSCISCO ALMEIDA CARNEIRO DE CHAPADINHA TEVE A FELICIDADE DE TER RECEBIDO DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MARANHÃO O RECONHECIMENTO DE OITO CURSOS, CONFORME RESOLUÇÕES ABAIXO, COM SEUS RESPECTÍVOS  CURSOS E NÚMEROS:

RESOLUÇÃO Nº 189/2012 - CEE - ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR;
RESOLUÇÃO Nº 189/2012 - CEE - ENSINO FUNDAMENTAL SUPLETIVO (EJA);
RESOLUÇÃO Nº 189/2012 - CEE - ENSINO MÉDIO REGULAR;
RESOLUÇÃO Nº 189/2012 - CEE - ENSINO SUPLETIVO MÉDIO (EJA);
RESOLUÇÃO Nº 189/2012 - CEE - CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM;
RESOLUÇÃO Nº 188/2012 - CEE - ENFERMAGEM DO TRABALHO;
RESOLUÇÃO Nº 187/2012 - CEE - TÉCNICO EM FARMÁCIA;
RESOLUÇÃO Nº 159/2012 - CEE - TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO;

      PRUCURE CONHECER NOSSO ESTABELECIMENTO E REALIZE SUA MATRÍCULA. INÍCIO DAS AULAS 05 DE JANEIRO DE 2013.

                                                            OBRIGADO.
                                                          COLÉGIO FAC

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

EDUCAÇÃO: O VALOR MÁXIMO DO SER HUMANO


       A educação deve ser observada como manifestação histórica da cultura que herdamos ao longo de todo o processo e que foi passando de geração em geração. Ela é, acima de tudo, o meio pelo qual o povo recria perpetuamente as condições da própria existência, transmitindo firmemente suas crenças, valores e habilidades. Neste sentido, vale lembrar que a educação não se reduz à mera transmissão de saberes; mas ela faz parte da dinâmica de construção cooperativa do homem. Portanto, educação entendida nesta ótica seria reconduzir o ser humano para que ele se descubra como valor-fonte de toda experiência possível. Educar é mostrar que a semente do conhecimento está dentro de cada indivíduo, e só depende dele para produzir frutos. Neste processo de reconhecimento sobre o papel da educação, podemos afirmar que a mesma serviu desde o início da humanidade como farol, fazendo com que os valores se agregassem às novas conquistas, renovando-se continuamente.
     O sentido primordial da educação está reservado aos seres humanos, pois a educabilidade é uma dimensão que caracteriza o homem. É um compromisso humano. Poder-se-ia dizer que é o mais humano e mais humanizado de todos. O homem vai transformando-se em homem pela aprendizagem que vai adquirindo. A educação é central na história do homem e é a partir dela que o indivíduo vai se desenvolvendo e tornando-se numa pessoa socialmente reconhecida e aceita dentro de um determinado grupo.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

INSPIRAÇÃO E TRANSPIRAÇÃO



Nem sempre os sonhos são definidos e bem organizados no teatro da mente. Às vezes nascem como pequenos traçados, simples esboços, idéias vagas que vão se desenhando e tomando forma ao longo da vida. Todas as grandes mudanças na humanidade no campo social, político, emocional, científico, tecnológico e espiritual surgiram por causa dos grandes sonhos.
Para ter grandes sonhos e produzir importantes mudanças na sociedade não é preciso ter características genéticas superiores ou privilégios dos gênios.
Thomas Edison acreditava que as conquistas humanas compõem-se de 1% de inspiração e 99% de transpiração. O inventor da “luz exterior” teve uma luz interior. Acredito que princípio tem fundamento, mas precisa de correção.
Creio que as conquistas dependem de 50% de inspiração, criatividade e sonhos, e 50% de disciplina, trabalho árduo e determinação. São duas pernas que devem caminhar juntas.
Uma depende da outra, caso contrário nossos projetos tornam-se miragens, nossas metas não se concretizam.
Quem quer atingir a excelência nos seus estudos, nas suas relações afetivas e na sua profissão precisa libertar a criatividade para ser um sonhador e libertar a coragem para ser um empreendedor. Estes dois pilares contribuem para formar o caráter de um líder.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

TODOS CRIAMOS MONSTROS QUE DILACERAM SONHOS.

        Quantos monstros imaginários foram arquivados nos subsolos da sua mente furtando seu prazer de viver e dilacerando seus sonhos? Todos temos monstros escondidos por detrás da nossa gentileza e serenidade.
       A maneira como enfrentamos as rejeições, decepções, erros, perdas, sentimentos de culpa, conflitos nos relacionamentos, críticas e crise profissionais, pode gerar maturidade ou angústia, segurança ou traumas, líderes ou vítimas. Alguns momentos geram conflitos que mudaram nossas vidas, ainda que não percebamos.
       Algumas pessoas não se levantaram mais depois de certas derrotas. Outras nunca mais tiveram coragem de olhar para o horizonte com esperança depois de suas perdas. Pessoas sensíveis foram encarceradas pela culpa, tornaram-se reféns do seu passado depois de cometerem certas falhas. A culpa as asfixiou . Alguns jovens extrovertidos perderam para sempre sua autoestimo depois que foram humilhados publicamente. Outros perderam a primavera da vida porque foram rejeitados por seus defeitos físicos ou por não terem um corpo segundo o padrão doentio de beleza ditado pela mídia.
        Alguns adultos nunca mais se levantaram depois de atravessar uma grave crise financeira. Mulheres e homens perderam o romantimo depois de fracassarem em seus relacionamentos afetivos, após terem sido traídos, incompreendidos, feridos ou não amados.
         Filhos pewrderam a vivacidade nos olhos depois que um dos pais fechou os olhos para a existência. Sentiram -se sós no meio da multidão. Crianças perderam sua indenuidade depois da separação traumática dos pais. Foram vítimas inocentes de uma guerra que nunca entenderam. Trocaram as brincadeiras pelo choro aculto e cálido.
         A complexidade da mente humano nos faz transformar uma borboleta num dinossauro, uma decepção num desastre emocional, um ambiente fechado num cubículo sem ar, um sintoma físico num prenúncio da morte, um fracasso num objeto de vergonha.
         Precisamos resolver nossos monstros secretos, nossas feridas clandestinas, nossa insanidade oculto. Não podemos nunca esquecer que os sonhos, a motivação o desejo de ser livre nos ajudam a superar esses monstros, vencê-los e utilizá-los como servos da nossa inteligência. Não tenha medo da dor, tenha medo de não enfrentá-la, critica-la, usá-la. 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

OS SONHOS ABREM AS JANELAS DA INTELIGÊNCIA

Quem consegue decifrar o ser humano?

       Um paciente culte me disse certa vez que era capaz de enfrentar um cachorro bravio, mas morria de medo das borboletas. Quais são os riscos reais que uma borboleta produz?
        Nenhum, a não ser encantar os olhas com a sua beleza. O conflito desse paciente não são os perigos reais exteriores, mas os perigos imaginários. Seu drama não é gerado pela borboleta física, mas pela borboleta psicológica registrada de maneira distorcida nos da sua memória.
        Sua mãe lhe disse na infância que, se tocasse numa borboleta com as mãos e as colocasse nos olhos, ficaria cego. Quando o menino tocou numa borboleta, sua mãe gritou. O grito de alerta cruzou com a imagem da borboleta. Ambos os estímulos foram registrados no mesmo lócus do inconsciente, na mesma janela da memória. A belíssima e inofensiva borboleta tornou-se um monstro.
      Durante toda a infância, quando esse paciente enxergava uma imagem de uma borboleta bailando graciosamente no ar, ele detonava um gatilho psíquico que abria em miléssimos de segundos a janela da memória em que a imagem doentia estava registrada. A borboleta imaginária era libertada do seu inconsciente, assaltava-lhe a emoção e roubava-lhe a tranqüilidade.