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terça-feira, 28 de agosto de 2018
Cobrança irregular de pedágio em estrada do Maranhão é destaque no Fantástico
A situação mostrada pela reportagem do Fantástico foi vista na estrada de terra que liga Carolina a cidade de Goiatins, no Tocantins.
IMIRANTE.COM
As péssimas condições das estradas maranhenses, mais uma vez, foram destaque em rede nacional. Nesse domingo (27), uma reportagem do programa Fantástico mostrou que além da estrutura das rodovias, em alguns trechos, caminhoneiros precisam pagar pedágio, que é cobrado de maneira irregular, como é o caso da estrada que divide o Maranhão com o Tocantins.
De acordo com a reportagem do Fantástico, na estrada de terra, sem estrutura, que liga a cidade maranhense de Carolina ao município de Goiatins, no Tocantins, em vez de cancelas, uma corrente bloqueia a passagem dos caminhoneiros. Além disso, uma placa informa os valores do pedágio que vai de acordo com o tamanho do caminhão. Os preços - com o caminhão vazio – variam de R$ 10 a R$ 40. Já quando os veículos estão carregados, há caminhoneiros que chegam a pagar R$ 90.
Algumas pessoas, responsáveis pelo pedágio irregular, tentam justificar, ao repórter do Fantástico, a cobrança. “Na verdade não é um pedágio. É uma taxa de manutenção de estrada”, conta um dos responsáveis pela cobrança da taxa.
À reportagem, a prefeitura do município maranhense de Carolina foi categórica e informou que ninguém está autorizado a fazer a cobrança de pedágio e que vai tomar as medidas necessárias.
Dívida pública cai 0,14% e chega a R$ 3,748 trilhões em julho
A queda da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu devido ao resgate líquido de títulos descontado parcialmente pela apropriação positiva de juros.
IMIRANTE.COM, COM INFORMAÇÕES DA AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA - A Dívida Pública Federal (DPF) – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – teve redução de 0,14% e passou de R$ 3,754 trilhões em junho para R$ 3,748 trilhões em julho, segundo dados divulgados hoje (27) pela Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda.
A queda da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu devido ao resgate líquido de títulos, no valor de R$ 32,51 bilhões, descontado parcialmente pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 27,50 bilhões.
Segundo o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública do Tesouro, Luis Felipe Vital, um resgate líquido no primeiro mês do trimestre é algo esperado. Em julho de 2017, por exemplo, a dívida teve um resgate líquido de R$ 33,9 bilhões.
A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) – em circulação no mercado nacional, que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais – teve o estoque ampliado em 0,01%, ao passar de R$ 3,607,31 trilhões para R$ 3,607,56 trilhões, devido a apropriação positiva de juros, no valor de R$ 30,26 bilhões, compensada, em parte, pelo resgate líquido, no valor de R$ 29,76 bilhões.
A apropriação de juros representa o reconhecimento gradual das taxas que corrigem os juros da dívida pública. As taxas são incorporadas mês a mês ao estoque da dívida, conforme o indexador de cada papel.
O estoque da Dívida Pública Federal externa (DPFe), captada do mercado internacional, teve redução de 3,75% sobre o estoque apurado em junho, encerrando o mês de julho em R$ 141,28 bilhões (US$ 37,63 bilhões), sendo R$ 128,19 bilhões (US$ 34,14 bilhões) referentes à dívida mobiliária e R$ 13,09 bilhões (US$ 3,49 bilhões), à dívida contratual.
A DPF continua abaixo das previsões do Tesouro. De acordo com o Plano Anual de Financiamento, divulgado no fim de janeiro, a tendência é que o estoque da DPF encerre o ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões.
Por meio da dívida pública, o governo pega recursos emprestados dos investidores para honrar compromissos. Em troca, compromete-se a devolver o dinheiro com alguma correção, que pode ser definida com antecedência, no caso dos títulos prefixados, ou seguir a variação da taxa Selic, da inflação ou do câmbio.
Detentores da dívida
A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.
Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.
Em julho, os maiores detentores da dívida pública eram os Fundos de Investimento, com 26,30% da dívida. Os Fundos de Previdência ficaram em segundo lugar, com uma participação relativa de 24,58%. O grupo Previdência apresentou variação negativa em seu estoque, passando de R$ 900,59 bilhões para R$ 886,60 bilhões, entre junho e julho.
Em seguida, estão as instituições financeiras com 22,48%, grupo que também reduziu o estoque em R$ 3,67 bilhões, chegando a R$ 811,01 bilhões. Os investidores estrangeiros concentraram 12,57% da dívida; o governo, 4,38%; as seguradoras, 3,90%; e outros, 5,79%.
Leilões
De acordo com Vital, o mês de julho marca a volta dos leilões tradicionais. Durante o período de volatilidade (fortes oscilações) no mercado financeiro, nos meses de maio e junho, o Tesouro Nacional realizou leilões extraordinários de títulos públicos.
Do total das emissões de títulos da DPMFi em julho, foram emitidos R$ 56,86 bilhões nos leilões tradicionais, R$ 1,19 bilhão relativo às vendas de títulos do Tesouro Direto e R$ 763,17 milhões relativo a emissões diretas.
Na primeira semana de julho, entretanto, ainda houve uma última atuação extraordinária, com resultado líquido de R$ 2,9 bilhões. Nos leilões de compra e venda simultâneos, foram recomprados R$ 3,57 bilhões e vendidos R$ 640 milhões.
“Durante maio e junho retiramos uma quantidade considerável de risco do mercado, o risco pré-fixado”, disse Vital, explicando que, antes de atuar, o Tesouro considera a capacidade do mercado absorver os riscos das flutuações dos preços dos títulos, ou seja, dos investidores assumirem as perdas.
Segundocoordenador-geral, sempre que necessário, o Tesouro vai voltar a atuar. “O Tesouro tem a preocupação com o funcionamento do mercado. Sempre que se verifica liquidez, formação de preços, excesso de risco, o Tesouro faz a atuação”, disse. “Em julho, o mercado está menos exposto a risco e o tesouro tá conseguindo nos leilões tradicional alcançar o previsto para o mês”.
Tempo gasto com celular preocupa adolescentes e pais, mostra pesquisa
O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center.
AGÊNCIA BRASIL
BRASÍLIA - O crescimento do uso de tecnologias digitais gera preocupações dos próprios usuários com os excessos do tempo gasto com esses dispositivos. Pesquisa realizada nos Estados Unidos apontou que mais da metade dos adolescentes entrevistados (54%) consideram passar muito tempo com o celular. O levantamento foi uma iniciativa do centro de pesquisas Pew Research Center. Foram entrevistados 743 meninos e meninas de 13 a 17 anos e 1.058 pais de diversas regiões do país.
Quase metade dos jovens ouvidos (44%) disse checar o telefone assim que acorda para verificar o recebimento de novas mensagens. Segundo os dados, 28% relataram que agem assim de vez em quando. O tempo navegando em redes sociais foi objeto de preocupação de 41% dos adolescentes consultados. No caso de videogames, o percentual caiu para 26%. Do total, 58% comentaram sentir que devem responder a uma mensagem enviada, sendo 18% frequentemente e 40% em alguns momentos.
“Meninos e meninas tiveram percepções diferentes da quantidade de tempo que passaram usando várias tecnologias. Meninas são de alguma forma mais prováveis do que meninos de dizer que passam muito tempo em redes sociais (47% a 35%). Em contraste, garotos são quatro vezes mais prováveis de passar muito tempo jogando videogames (41% a 11%)”, analisaram os autores.
Mais da metade (56%) dos entrevistados relacionaram a falta de um telefone móvel a sentimentos negativos, como solidão, ansiedade ou raiva. Os índices são maiores no caso de meninas.
Embora a avaliação sobre os hábitos varie por dispositivo, parte importante dos entrevistados informou adotar medidas para reduzir a presença dessas tecnologias em suas vidas. Iniciativas de redução da intensidade do uso foram relatadas por 58% no caso de videogames, 57% para as mídias sociais e 52% para celulares.
Pais
Os autores da pesquisa também ouviram pais e mães para saber sobre seus hábitos e como veem o comportamento dos filhos em relação a tecnologias digitais. O índice de avaliação dos entrevistados sobre seus próprios hábitos foi menor tanto no uso excessivo de celulares (36%) quanto de redes sociais (23%). O percentual também foi menor quando perguntados se acessam o celular assim que acordam (20%). “Os pais estão de alguma forma menos preocupados com seu próprio uso da tecnologia do que os filhos estão em relação ao deles”, apontam os autores.
Já ao falar sobre seus filhos, 65% manifestaram preocupação com o tempo gasto pelos adolescentes com dispositivos digitais. Dos homens e mulheres ouvidos, 72% relataram que estes se distraem em uma conversa presencial por estarem de olho no celular, sendo 30% o tempo inteiro e 42% de vez em quando. Em razão dessa preocupação, mais da metade (57%) limitam o tempo que seus filhos podem passar utilizando esses dispositivos.
segunda-feira, 27 de agosto de 2018
Novo cadastro pode facilitar processo de adoção no País
Mudança
A nova versão do Cadastro Nacional de Adoção funcionará em todo o Brasil a partir de 2019.
Imirante.com, com informações do Portal Brasil
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Atualmente, 9 mil crianças e adolescentes estão cadastradas para adoção. (Divulgação)
BRASÍLIA
- Para facilitar a adoção de 9 mil crianças e adolescentes que aguardam
em instituições de acolhimento pelo Brasil, uma nova versão do Cadastro
Nacional de Adoção (CNA) entrará em funcionamento no primeiro semestre
de 2019. A corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apresentou
o projeto nessa segunda-feira (20). O novo cadastro vai integrar dados
de todos os órgãos e entidade de acolhimento de crianças e adolescentes
abrigados no País.
A
partir do funcionamento da nova edição, os pretendentes poderão acessar
o próprio cadastro e atualizar suas informações pessoais, como
endereço, e-mail e telefone. Fotos, vídeos, desenhos e cartas poderão
ser incluídos no sistema pelos jovens. Foi desenvolvida ainda uma
ferramenta para alertar juízes e a corregedoria do CNJ sobre os prazos
de cada processo de adoção.
Atualmente,
estão cadastrados no País 44,2 mil pessoas que pretendem adotar e 9 mil
crianças e adolescentes para serem adotados. Nos últimos dez anos, o CNA
intermediou mais de nove mil adoções.
Aposentados começam a receber 1ª parcela do décimo terceiro
Benefício
A estimativa é de que essa antecipação injete na economia do país R$ 20,7 bilhões em agosto e setembro.
Wellton Máximo / Agência Brasil
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Desde
2006, o governo antecipa a primeira parcela do décimo terceiro dos
aposentados e pensionistas na folha de agosto. (Foto: Reprodução)
BRASIL
- Aposentados e pensionistas começam a receber nesta segunda-feira (27)
a antecipação da primeira parcela do décimo terceiro. De acordo com a
Secretaria de Previdência, o depósito será feito junto com a folha
mensal de pagamentos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) até
10 de setembro, conforme a Tabela de Pagamentos de Benefícios 2018.
A
estimativa é de que essa antecipação injete na economia do país R$ 20,7
bilhões em agosto e setembro. Segundo o INSS, 29,7 milhões de
beneficiários terão direito a receber a primeira parcela do abono anual,
que corresponde à metade do valor do benefício.
A
exceção é para quem passou a receber o benefício depois de janeiro de
2018. Nesse caso, o valor será calculado proporcionalmente.
Não
haverá desconto de Imposto de Renda nesta primeira parcela. O tributo
será cobrado apenas em novembro e dezembro, quando for paga a segunda
parcela.
Tem direito ao décimo terceiro
quem, durante o ano, recebeu benefício previdenciário de aposentadoria,
pensão por morte, auxílio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão ou
salário-maternidade.
Aqueles que recebem
benefícios assistenciais, como Prestação Continuada e Renda Mensal
Vitalícia, não têm direito ao abono anual.
Desde 2006, o governo antecipa a primeira parcela do décimo terceiro dos aposentados e pensionistas na folha de agosto.
Somente em 2015, o pagamento foi adiado para setembro, por causa do ritmo fraco da economia e da queda da arrecadação.
Eleitores votarão em dois candidatos ao Senado este ano
Eleições 2018
Além
dos representantes para esses cargos, no dia 7 de outubro, os eleitores
brasileiros também escolherão o próximo presidente e deputados
federais, estaduais ou distritais.
Imirante.com, com informações da Agência Brasil
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Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, os dois votos têm pesos iguais. (Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas)
BRASÍLIA
- Único cargo eletivo com mandato de oito anos estabelecido na
Constituição Federal, o voto para senador é o que pode ser confuso
nessas eleições.
Leia também:
É
que, diferentemente das eleições de 2014, quando cada eleitor pôde
votar em apenas um nome para o Senado, este ano duas das três vagas que
cada estado e do Distrito Federal têm direito, o cidadão poderá votar em
dois nomes para o Senado. Alternadamente, um terço, ou seja, 27 vagas
e, dois terços, 54 vagas, são colocadas em disputa a cada quatro anos.
Segundo
o Tribunal Superior Eleitoral, os dois votos têm pesos iguais. Não
existe prioridade em razão do eleitor votar primeiro em um e depois em
outro candidato.
Outro ponto importante,
segundo a Justiça Eleitoral, é que não é possível votar duas vezes no
mesmo candidato. Em caso de repetição, o segundo voto é automaticamente
anulado, sem prejudicar as demais votações.
Mais votos
Como
a ordem de votação não importa no resultado final, o candidato que
obtiver o maior número de votos na primeira e na segunda opção somadas
será eleito, assim como o segundo candidato mais votado.
As
eleições para o Senado são majoritárias, assim como para a Presidência
da República e para os governos estaduais. Para o Senado, entretanto,
não há possibilidade de segundo turno.
Além
dos representantes para esses cargos, no dia 7 de outubro, os eleitores
brasileiros também escolherão o próximo presidente da República e
deputados federais, estaduais ou distritais.
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