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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O DINHEIRO E A FELICIDADE


O dinheiro pode nos dar conforto e segurança, mas ele não compra uma vida feliz. O dinheiro compra a cama, mas não o descanso. Compra bajuladores, mas não amigos. Compra presentes para mulher, mas não seu amor. Compra o bilhete da festa, mas não a alegria. Paga a mensalidade da escola, mas não produz a arte de pensar.
Você precisa conquistar aquilo que o dinheiro não compra. Caso contrário, será um miserável, ainda que seja um milionário.

Augusto Cury.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

EU JURO, PROFESSORA!


As diferenças entre uma simples lorota e a mentira compulsiva.
Todo mundo mente, uns mais, outros menos. Desde um inocente "Essa roupa lhe cai muito bem!" - para agradar alguém de quem se gosta - até a usada em benefício próprio, como a clássica "Me atrasei porque meu despertador não tocou", a mentira impera nas relações sociais, parece que há até quem defenda que é um artifício necessário para a manutenção da ordem pública.
Mas quando a mentira é recorrente pela criança, é melhor ficar atento. Segundo a coordenadora pedagógica da Editora Positivo, Lucineyde Picelli, quando se flagra uma mentira é necessário descobrir se a criança está, de fato, faltando com a verdade ou apenas dando asas à imaginação. "Muitas crianças mentem de propósito, com defesa para uma situação difícil que estão vivenciando. Ela pode inventar que foi agredida pelo novo namorado da mãe, por exemplo, com uma tentativa de provocar a raiva do pai e unir novamente o casal separado", explica. Segundo a pedagoga, a mentira faz parte parte do processo do de individualização e separação entre criança e adulto, pois o pequeno descobre que o outro não sabe o que ele pensa, e a mentira pode aparecer como defesa à invasão do domínio adulto. Gradativamente a realidade vai sendo incorporada no processo do desenvolvimento infantil. " Porém, quando a mentira torna-se uma constante nas relações da criança é importante investigar, principalmente quando utilizam essa estratégia para se livrar de alguma responsabilidade ou levar vantagens", completa.
Independentemente da idade, crianças e adolescentes precisam entender que perdem ao mentir: perdem a confiaça do outro, a credibilidade. "A criança deve perceber que ao contar a verdade, por mais difícil que seja a situação, receberá a admiração dos adultos. Pais e professores muito serveros correm o risco de ouvirem mais mentiras, por medo do castigo", conta Lucineyde.

PINÓQUIO

Vários são que levam a criança a mentir. Pode ser para não decepcionar os pais ou para proteger de uma situação que não querem viver, como um castigo, por exemplo. Mas, em qualquer situação, deve-se evitar chamar a criança ou adolescente de mentiroso, pois é comportamento que deve ser criticado, não a pessoa. Brigar quando se percebe a mentira também não traz os resultados esperados. É melhor orientar a criança a falar sempre a verdade, explicando as consequências da mentira com exemplos reais. "Pais e professores podem criar um clima de confiança para favorecer a comunicação com as crianças, mas devem se preparar para ouvir, inclusive, coisas que vão de encontro aos seus princípios sem recriminá-las. Quando não se sentem seguras em dizer a verdade, é inevitável a omissão e a mentira", orienta a pedagoga, que aposta na intervenção do adulto, para que a verdade deixe de ser o dever imposto para se tornar um bem necessário.
Quando o comportamento da mentira persistir se apresentar exagerada, principalmente depois dos sete anos, é importante buscar uma ajuda profissional.
"A mentira pode envolver perigo, principalmente em tempos de internet, onde se recebe diariamente um convite à criação de uma vida paralela", alerta.
Portanto, diante do próximo "Roubaram minha lição de casa", investigue a fundo a origem dessa afirmação.

SER FELIZ !

Ser feliz é sentir o sabor da água, a brisa no rosto,
o cheiro de terra molhada. É extrair das pequenas coisas grandes emoções. É encontrar todos os dias motivos para sorrir, mesmo se não existirem grandes fatos. É rir de suas próprias tolices.
É não desistir de quem se ama, mesmo se houver decepções. É ter amigos para repartir as lágrimas e dividir as alegrias.
É ser um amigo do dia e um amante do sono. É agradecer a Deus pelo espetáculo da vida... Quais dessas características você possui?


Augusto Cury.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

NAMORO NA ESCOLA


Proibir, incentivar, ignorar. Como encontrar um ponto de equilíbrio respeitando todos os envolvidos?

Beijos, abraços. "tô ficando".

"Tô namorando". A expressão da sexualidade na escola é perceptível no diálogo dos estudantes e, claro, natural, principalmente quando se é adolescente. Mas algumas manifestações podem gerar constrangimentos. Assim, professores, alunos e funcionários entram numa polêmica que envolve os limites da vida social. O que se pode ou não fazer quando se está em lugares públicos? O namoro deve ou não ser permitido dentro da escola?
A busca para encontrar um ponto de equilibrio que respeite a posição de todos os envolvidos não é fácil e exige reflexões sobre os vários aspectos que permeiam o tema. Algumas instituições educacionais criam regras para tornar saudável a convivência no ambiente escolar, mas seria esse o caminho ideal?
Para Maike Kohls, coordenadora pedagógica regional da Editora Positivo,o grande desafio da escola em relação à sexualidade é "definir fronteiras, romper tabus, enfim, refletir sobre relações humanas na sociedade". Ela explica que, segundo a proposta dos parâmetros Curriculares Nacionais, os estudos escolares devem estar em consonância com a vivência da cidadania do momento histórico no qual se vive, de maneira que o cotidiano escolar permeie questões sociais. Desse modo, de acordo com ela, " é possível citar estatísticas e trazer dados reais de como a sexualidade tem sido vivida pelos adolescentes dentro e fora da escola, mas cabe, nesse espaço, comentar questões que possam auxiliar a escola em sua reflexão", orienta.
Vários são os aspectos que precisam ser levados em consideração no momento de reflexão sobre o namoro na escola, tais como: comportamento, valores morais, mídia, entre outros. Segundo Maike, o comportamento é um fator de grande relevância, e uma das possibilidades de melhorá-lo no ambiente escolar é gerar diálogos constantes entre os alunos e o corpo docente. " Essa atitude poderá trazer soluções e debates de temas que vão além do comportamento, como a ética, a moral, entre outros", ressalta.
A coordenadora sugere também uma atenção especial à postura da equipe escolar. Para ela, definir uma postura única entre todos que estão envolvidos com a educação na escola permitirá coerência e auxiliar na unidade das ações esperadas e aceitáveis no contexto escolar.
Namoro na escola também está relacionado com valores, ética e moral, pois são várias as famílias envolvidas. De acordo com Maike, debater essas questões permite que a escola considere essa diversidade e torne saudável a convivência entre alunos, professores e funcionários. Da mesma forma, a família precisa estar ciente das condutas consideradas adequadas dentro da escola. Ela ressalta também qua a escola tem um papel valioso de traduzir as influências externas que ocorrem na vida dos alunos, principalmente advindas da mídia. "uma das funções da escola é traduzir, refletir sobre informações que ela transmite e a forma como essas informções são captadas pelos alunos. A escola poderá fazer um trabalho nesse sentido". orienta.


DIÁLOGO SEMPRE


Na adolescência a expressão da sexualidade torna-se mais intensa e explícita. De acordo com Maiker, debater e realizar projetos sobre esse tema ajuda a romper com tabus e pode abrir um espaço de reflexão e vivências. A coordenadora explica que isso favorece a interpretação de valores e conceitos, contribuindo para a ação formadora, além de abrir um canal de comunicação entre escola e alunos. "Discutir e oportunizar a expressão da afetividade e o diálogo sobre questões que envolvem o afeto, podem se tonar fortes aliados na elaboração coletiva das condutas aceitáveis no espaço escolar", afirma.

O que é ser feliz?


Ser feliz não é ter uma vida isenta de perdas e frustações. É ser alegre, mesmo se vier a chorar. É viver intensamente, mesmo no leito de um hospital. É nunca deixar de sonhar, mesmo se tiver pesadelos. É dialogar consigo mesmo, ainda que a solidão o cerque.
É ser sempre jovem, mesmo se os cabelos embranquecerem. É contar histórias para os filhos, mesmo se o tempo for escasso. É amar os pais, mesmo se não o compreenderem. É agradecer muito, mesmo se as coisas derem errado. É transformar os erros em lições de vida.


Augusto Cury

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL F.A.C. TRARÁ CURSO SUPERIOR.


A organização educacional Francisco Almeida Carneiro trará em breve para Chapadinha vários cursos superiores, para maior desenvolvimento do setor universitário de nossa cidade.

Segundo pesquisa feita pela organização, os novos cursos a serem implantados na UNIFAC possivelmente não existem em Chapadinha.

AGUARDEM.

ORGANIZAÇÃO EDUCACIONAL F.A.C. MUDA UNIFORME DOS SEUS DOCENTES.





A organização educacional Francisco Almeida Carneiro mudou o uniforme do seu corpo Docente para dar maior ênfase aos seus colaboradores.
A mesma organização também mudou o uniforme do seu corpo Administrativo, fazendo com que a organização se tornasse com mais simpatia para seus clientes.

Colégio F.A.C. sempre imitado, mas nunca igualado.