Contador de visitas

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Prefeito de Bacuri parabeniza José Sarney em Brasília


O prefeito do município de Bacuri, Nixon dos Santos, esteve em Brasília nesta sexta-feira (24) para encontrar e parabenizar o ex-senador José Sarney. Outras lideranças políticas foram ao encontro do ex-senador para as felicitações.
A presidente Dilma Rousseff recebeu Sarney, na última quinta-feira (23), véspera de aniversário do ex-senador, para reunião que durou mais de uma hora, no Palácio do Jaburu, em Brasília.
A chefe do executivo nacional foi uma das primeiras pessoas a telefonar para Sarney, na manhã desta sexta, para desejar felicitações e o saudou como “grande conselheiro da República”.

Vacinação contra a gripe em São Luís começa em maio

As vacinas a serem utilizadas na campanha já estão sendo distribuídas às unidades.
Divulgação
SÃO LUÍS - Inicia, no próximo dia 4 de maio, a campanha de imunização contra gripe na capital maranhense. O processo de vacinação, que se estenderá até o dia 22, ocorrerá em 66 unidades que integram a rede de assistência da capital maranhense. As vacinas a serem utilizadas na campanha já estão sendo distribuídas às unidades de saúde, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Semus).
De acordo com a titular da Semus, Helena Duailibe, no dia 9 de maio ocorrerá uma mobilização para reforçar a importância da vacinação na prevenção da gripe. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar cerca de 203.248 pessoas, entre crianças de seis meses a menores de 5 anos, idosos a partir dos 60 anos de idade, trabalhadores da saúde, povos indígenas, gestantes, mulheres com até 45 dias após o parto, além da população privada de liberdade, dos funcionários do sistema prisional e de portadores de doenças crônicas não-transmissíveis.
Dados do Programa Nacional de Imunização indicam que, na capital maranhense, 158.069 pessoas receberam, em 2014, as doses da vacina.

Contribuintes têm até esta segunda-feira para pagar IPVA

  •  
Os valores podem ser pagos em qualquer agência do Banco do Brasil.
Foto: Reprodução/Internet
IMPERATRIZ – Os contribuintes têm até esta segunda-feira (27), para realizar o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2015. Os valores para o licenciamento de veículos deste ano, poderão ser pagos em qualquer agência do Banco do Brasil, apenas com a informação do número do Renavam para o caixa da agência escolhida.
Em Imperatriz, as pessoas podem se dirigir até os Correios da Praça de Fátima e Bernardo Sayão, e também nos correspondentes bancários SIGNA, na rua Sergipe e no Pag Fácil, localizado no Viva Cidadão, na rua Godofredo Viana.
Pagamento
Se o contribuinte emitir o Documento de Arrecadação de Receitas Estaduais (Dare) no portal da Sefaz, o IPVA e demais despesas do licenciamento podem ser pagas nos estabelecimentos correspondentes do Banco do Brasil.
Para licenciar um veículo (moto, automóvel, caminhão, ônibus, van, etc.), o contribuinte paga anualmente, além do IPVA, a taxa do Detran, o seguro DPVAT e eventuais multas de trânsito.
Para correntistas do Banco do Brasil, o pagamento poderá ser feito pelo débito em conta-corrente e por meio da utilização dos canais de autoatendimento.

Preso é encontrado morto na Casa de Detenção

  •  
Detento foi encontrado morto na cela 3 do pavilhão F da Cadet.
SÃO LUÍS – Um preso foi encontrado morto na madrugada desta segunda-feira (27), na Casa de Detenção (Cadet), do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís. O detento, identificado como João Batista Veloso Santos, foi encontrado morto na cela 3 do pavilhão F da Cadet.
De acordo com informações repassadas pelo perito Machado, do Instituto de Criminalística (Icrim), à reportagem da Rádio Mirante AM, ele foi encontrado estrangulado por lençol. O corpo permanece no Instituto Médico Legal (IML).

Brasileiro 'rejeita três últimos pedidos' na Indonésia

Rodrigo Gularte recebeu visita na prisão e disse acreditar que execução não será realizada; pena poderá ser cumprida na terça-feira.

Da BBC Brasil em Londres
 
O paranaense Rodrigo Muxfeldt Gularte, que deverá ser executado na Indonésia, rejeitou neste domingo fazer seus três últimos pedidos e expressou confiança de que a sentença não será cumprida, disse seu advogado.
Gularte, de 42 anos, foi notificado no sábado de que será executado por fuzilamento. Nenhuma data para a sentença foi anunciada, mas ela poderá ser realizada já na terça-feira após o fim do aviso de 72h previsto pela lei indonésia.
Preso em 2004 ao tentar entrar na Indonésia com 6kg de cocaína em pranchas de surfe, Gularte foi condenado à morte em 2005.
A defesa ainda tenta convencer autoridades a reverter sua pena, após o brasileiro ter sido diagnosticado com esquizofrenia, e entrará com um novo recurso na segunda-feira.
Gularte recebeu visita da prima, Angelita Muxfeldt, na prisão de Nusakambangan, a cerca de 400km de Jacarta, onde ele é mantido e as sentenças deverão ser cumpridas. Ele poderá ser visitado todos os dias até a data da execução.
O encontro foi "difícil", no qual ele se negou a realizar os três últimos pedidos a que tem direito, disse à BBC Brasil o advogado Ricky Gunawan, que também esteve na reunião.
"Ele rejeitou, rindo. E disse: 'Isso é alguma coisa como Aladdin? Não preciso disso'", disse ele, que assumiu o caso em março.
Gularte poderá ser o segundo brasileiro a ser executado na Indonésia. Em janeiro, o carioca Marco Archer Cardoso Moreira foi fuzilado após ser condenado à morte por tráfico de drogas.
'Pena de morte abolida'
Gularte foi diagnosticado com esquizofrenia por dois relatórios no ano passado. Em março, uma equipe médica reavaliou o brasileiro à pedido da Procuradoria Geral indonésia, mas o resultado deste laudo não foi divulgado, apesar de repetidos pedidos da defesa e do governo brasileiro.
Familiares e conhecidos relataram em entrevistas recentes à BBC Brasil que Gularte passa seus dias na prisão conversando com paredes e ouvindo vozes de satélites. Dizem que ele se recusa a tirar um boné, que usa virado para trás, alegando ser sua proteção.
No encontro deste domingo, Gunawan disse que o brasileiro alterou momentos de lucidez com discursos "delirantes", no qual disse acreditar que sua execução não será realizada.
"Quando falamos da execução, ele disse que houve uma conferência internacional de procuradores ontem e hoje, que a pena de morte foi abolida e que ele não será executado".
"Disse, por exemplo, que a água em Cilacap e em todos os lugares é intoxicada e que a gente devia ter cuidado".
Um representante da embaixada brasileira e um pastor também participaram da visita, disse Gunawan.
"O pastor tentou dizer que ele precisava estar preparado, mas era difícil para ele (Gularte) entender a situação".
No sábado, Gularte teria reagido com "surpresa" e "delírio" ao ser notificado de sua execução, disse à BBC Brasil um diplomata brasileiro que acompanhou o anúncio.
Novo recurso
O advogado de Gularte tentará um novo recurso na segunda-feira para reverter a execução. Na semana passada, a defesa havia pedido para que a prima que está na Indonésia ficasse com a guarda do brasileiro, devido ao seu estado mental.
A família alega que ele sofre de distúrbios mentais há anos. Segundo o advogado, a lei indonésia proíbe que réus com doenças mentais sejam condenados à morte e o recurso deverá apontar o "longo histórico de problemas mentais" de Gularte.
"Não há nenhuma prova de que ele estava bem quando ele cometeu o crime. Temos fortes evidências de que ele tem problemas mentais desde 1982".
Além de Gularte, oito condenados também foram notificados - sete estrangeiros e um indonésio.
Entre eles estão os australianos Andrew Chan e Myuram Sukumaran, considerados os líderes do grupo de traficantes "Os Nove de Bali", além de cidadãos das Filipinas e Nigéria.
A Indonésia está sob forte pressão internacional para que reveja as execuções, e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, reforçou pedido para que as condenações sejam revistas.
"O secretário-geral pede ao presidente Joko Widodo que considere urgentemente declarar uma moratório na pena capital na Indonésia, tem em vista sua abolição", disse um porta-voz de Ban.
Widodo, que assumiu em 2014, negou clemência a condenados por tráfico, dizendo que o país está em situação de "emergência" devido às drogas. Em janeiro, seis presos foram executados, inclusive Marco Archer.
Brasil e Noruega convocaram seus embaixadores na Indonésia em protesto e, em fevereiro, a presidente Dilma Rousseff recusou temporariamente as credenciais do novo representante indonésio no Brasil em meio ao impasse com Jacarta diante da iminente execução de Gularte.
Grupos de direitos humanos também têm pressionado a Indonésia para cancelar a aplicação das penas.
Mais de 130 presos estão no corredor da morte, 57 por tráfico de drogas, segundo a agência Associated Press.

Semana começa com milhares de alunos sem aula no PR, diz sindicato

Retomada da greve da categoria foi decidida no sábado (25), no Paraná.
Professores são contrários às mudanças no Regime da Previdência Social.

Do G1 PR
Colégio Estadual do Paraná, um dos maiores do estado, amanheceu com portões fechados  (Foto: Diego Sarza / RPC)Colégio Estadual do Paraná, um dos maiores do estado, amanheceu com portões fechados (Foto: Diego Sarza / RPC)
A segunda-feira (27) começou sem aula para os cerca de 950 mil alunos das escolas da rede estadual de ensino do Paraná por causa da retomada da greve dos professores. O principal motivo para a paralisação é a votação do projeto de lei que promove mudanças no Regime Próprio de Previdência Social do Estado. A proposta deve ser apreciada pelos deputados estaduais nesta segunda.
Ao G1, o presidente da presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP-Sindicato), Hermes Leão, explicou que o sindicato orientou os professores a irem para a sala de aula para explicar aos alunos sobre a importância da reivindicação e detalhar os motivos da greve. Na sequência disso, os profissionais da Educação irão se reunir em frente à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), como fizeram na última greve da categoria, no início deste ano.
A retomada da paralisação da categoria foi decidida durante assembleia realizada em Londrina, no norte do estado, no sábado (25). De acordo com o sindicato, mais de 3 mil professores participaram da assembleia. A categoria reivindica também o reajuste conforme o piso nacional, que é de 13,01%.
Em nota, o governo do Estado informa que está cumprindo todos os itens acordados durante a primeira paralisação dos professores.
O governo determinou ainda que as faltas de professores e funcionários sejam descontadas em folha de pagamento. Além disso, a Procuradoria Geral do Estado informou que vai entrar na Justiça para pedir que a greve dos professores seja considerada ilegal e abusiva.
Ainda conforme o governo, o projeto de lei que trata da revisão do plano de custeio do Regime Próprio de Previdência Social “não altera o pagamento de proventos a aposentados e pensionistas do Estado”.
Regime Próprio de Previdência Social
A ParanáPrevidência – como é conhecido o Regime Próprio de Previdência Social do Estado – é composta por três fundos: o Militar, o Financeiro e o Previdenciário. A proposta, apresentada pelo governo estadual, sugere que 33.556 beneficiários com 73 anos ou mais sejam transferidos do Fundo Financeiro, que é arcado com pelo Tesouro estadual, para o Fundo Previdenciário, constituído a partir de contribuições dos servidores e do poder público.
O governo afirma que o Fundo Previdenciário está capitalizado em mais de R$ 8,5 bilhões em investimentos. O Executivo argumenta ainda que esta migração proporcionará uma economia de R$ 125 milhões, por mês, com o pagamento de benefícios. Valor significativo para o cenário de dificuldade financeira vivido pela administração estadual.
O projeto prevê que o Fundo Previdenciário terá ainda o aporte de R$ 1 bilhão a partir de 2021, com o reinício de repasse ao Estado dos royalties da usina de Itaipu, que garantiria a solvência do sistema por pelo menos 29 anos.
O Fórum das Entidades Sindicais do Paraná (FES), por outro lado, não concorda com a proposta e também com a forma como o texto tramita pela Assembleia Legislativa, já que o líder do governo deputado Luiz Claudio Romanelli apresentou pedido de urgência.
Para os sindicatos, a medida impede o amplo debate sobre o assunto. Além disso, o FEss é contrário a proposta e apresentou uma série de considerações e sugestões. A exigência dos sindicatos dos servidores é para que o governo retire o projeto e reestabeleça o processo de negociação com as categorias. 
Reforço do policiamento na Assembleia
O governo do Paraná convocou reforço no policiamento da Assembleia Legislativo do Paraná (Alep) logo após a aprovação da retomada da greve dos profissionais da Educação. Durante a noite de domingo (26), também foram instaladas grades de proteção no entorno da sede da Alep.
Na liminar publicada na sexta (24), o juiz Eduardo Lourenço Bana afirma que a decisão foi tomada diante da demonstração do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública (APP-Sindicato) de "inviabilizar a votação de projeto de lei contrário aos seus interesses, o qual pretende organizar novo cerco à Assembleia Legislativa". No caso de descumprimento da determinação, a multa diária  ao sindicato é de R$ 100 mil.

Polícia Militar está no Plenário,mas não interveio na invasão (Foto: Sabrina Coelho/G1) 
Professores invadiram o plenário durante as
manifestações no início de 2015
(Foto: Sabrina Coelho/G1)
Quase um mês sem aulas
Os professores entraram em greve em fevereiro deste ano, quando deveria ter iniciado o ano letivo. As atividades atrasaram 29 dias para começar.
Os docentes suspenderam as atividades em protestos as condições de ensino no estado e também por descordarem do chamado “pacotaço” que  continha projetos de lei do Executivo com cunho  de austeridade fiscal.
O “pacotaço” já indicava mudanças na ParanáPrevidência. A proposta inicial, porém, era diferente.
A insatisfação do funcionalismo público foi tamanha que resultou, primeiramente, na invasão do Plenário da Assembleia e, depois, na insistência dos deputados em votar o “pacotaço”, na invasão do pátio do Legislativo Estadual.
Diante da mobilização, o governo do Paraná e os deputados recuaram e as propostas foram retiradas de pauta.
 

Menino de 2 anos deixa hospital após nove cirurgias

Wesley nasceu com problema raro no coração. Médicos e enfermeiros se emocionaram na despedida do menino.

Vinte e dois de abril foi um dia especial. Dia de deixar o hospital, deixar para trás tantas lembranças difíceis. “Eu sempre falei: ‘eu vou sair daqui com meu filho nos braços’”, diz Elis Costa Macedo, a mãe de Wesley.
Em 15 de abril de 2013, o Wesley nasceu com quase três quilos, 45 centímetros e um problema de saúde raro: síndrome de hipoplasia do coração esquerdo.
Uma parte do coração do Wesley, o ventrículo esquerdo, não se desenvolveu como deveria e ficou praticamente sem função. O ventrículo esquerdo é a grande bomba do coração. Recebe o sangue que vem oxigenado dos pulmões e bombeia para todo o corpo.
O problema foi identificado quando o Wesley ainda estava na barriga da mãe. Começava a corrida para salvar o filho. Com só 12 horas de vida, o Wesley passou por uma primeira cirurgia para ajudar na circulação de sangue no coração. “Eu fui ver o Wesley praticamente cinco dias depois que ele tinha nascido”, lembra Elis. No álbum de fotos do Wesley, está o registro da primeira gargalhada, aos seis meses.
Nessa mesma época, o bebê entrou na sala de operação pela segunda vez. “Foram dez horas de agonia, dez horas de cirurgia”, conta a mãe.
Mas logo depois dessa segunda cirurgia, o coração começou rapidamente a perder as funções.
“O médico chega para você e fala: ‘não há mais o que fazer, a não ser o transplante, é isso ou nada’”, lembra a mãe.
O novo coração veio logo, em apenas uma semana. Mas, momentos antes de deixar a UTI “Ele apresentou um acidente vascular cerebral hemorrágico. Toda a parte direita do Wesley ficou parada. Braço, perna, não mexiam”, diz Carlos Ferreiro, coordenador da UTI Cardiopediátrica do HCOR.
Mais uma cirurgia, mais uma superação. Depois de retirar o coágulo do cérebro, o Wesley passou por sessões de fisioterapia para recuperar os movimentos. “Ele não ficou com sequela neurológica nenhuma”, comemora Elis.
Ao todo, o Wesley enfrentou nove cirurgias. Ficou quase metade dos dois aninhos dentro do hospital, lutando pela vida.
“Essas crianças que ficam no hospital muito tempo com a gente, passam seis, sete, oito meses, acabam desenvolvendo uma relação emocional com todos nós muito forte”, diz o médico Carlos Ferreiro.
No dia 15 de abril, uma quarta-feira, o Wesley completou dois aninhos. O pessoal do hospital fez para ele um bolo de aniversário. Ele ainda estava no quarto, não podia receber visita de muita gente, porque ainda estava em recuperação e existia o risco de infecção.
Mas só uma semana depois do aniversário, veio o presente, o momento mais esperado pela família da Wesley: a alta do hospital. Depois de meses, ele vai finalmente para casa.
“Acho que nem palavras vão expressar o carinho e o amor que eu tenho por cada um de vocês. Obrigada gente”, diz Elis a equipe de médicos e enfermeiras. “É uma grande vitória para mãe e para a gente. Essa mãe forte do jeito que é”, se emociona a enfermeira Viviane Lino.
Em casa, quem dá as boas-vindas é o irmão mais velho, o Vitor. “Estava com muita saudade”, ele diz.
Fantástico: Você desejava isso? Chegar, colocar ele no bercinho que você comprou pra ele.
Elis Costa: Muito, porque nem quando ele nasceu a gente não montou berço.
Fantástico: Por quê?
Elis Costa: Porque a gente não sabia o que ia acontecer. Eu estou montando tudo. É o renascimento dele.
O Wesley ainda está com uma traqueostomia, um buraco feito na garganta para passagem de ar. Mas ela vai ser retirada em breve. Wesley vai continuar tomando remédios para evitar a rejeição do coração transplantado. “Me sinto realizada, completamente realizada. Eu enxergo o Wesley como símbolo de amor, de esperança”, diz a mãe.